A Revolta de Vila Rica, ocorrida em 1720, foi um importante movimento de contestação na região das minas, em Minas Gerais, durante o período colonial. A insatisfação com a cobrança de impostos, o controle metropolitano e as tensões locais ajudou a alimentar o conflito.
Esta atividade explora o contexto, os objetivos, os personagens e os desdobramentos da revolta, permitindo revisar temas centrais da colonização portuguesa no Brasil e da relação entre a Coroa e a sociedade mineradora.
Questões sobre Revolta de Vila Rica para atividade – parte 2
Questão 01
Gabarito: alternativa B). Correto. A maior fiscalização e a cobrança de tributos, como a derrama, agravaram o descontentamento na região.
Questão 02
Gabarito: alternativa D). Correto. As Casas de Fundição simbolizavam o controle fiscal português sobre o ouro extraído na colônia.
Comentários por alternativa:
- A) Não houve eleições locais para governadores; a administração continuou subordinada ao poder régio.
- B) A Coroa buscava restringir, e não liberar totalmente, o fluxo do ouro e sua tributação.
- C) A isenção geral de tributos não ocorreu; a cobrança foi justamente uma das causas do conflito.
- D) Correto. As Casas de Fundição simbolizavam o controle fiscal português sobre o ouro extraído na colônia.
- E) Não houve substituição por assembleias regionais com esse poder político no período colonial.
Questão 03
Gabarito: alternativa A). Correto. Francisco de Castro Morais foi o governador da capitania durante a revolta.
Comentários por alternativa:
- A) Correto. Francisco de Castro Morais foi o governador da capitania durante a revolta.
- B) Dom Pedro I é do período da Independência, muito posterior à Revolta de Vila Rica.
- C) Filipe dos Santos foi líder popular da revolta, não representante da Coroa.
- D) Tomé de Souza pertence ao início da colonização e não ao contexto de 1720.
- E) Pombal teve atuação posterior e não governava diretamente Minas durante o episódio.
Questão 04
Gabarito: alternativa E). Correto. Filipe dos Santos liderou a contestação popular contra os impostos e o controle sobre o ouro.
Comentários por alternativa:
- A) Não era autoridade eclesiástica nem mediador oficial do conflito.
- B) Ele não defendia a Coroa; sua atuação foi oposta à política fiscal portuguesa.
- C) Não comandou tropas de repressão; isso cabia às autoridades coloniais.
- D) Sua atuação não representou os contratadores, mas a oposição ao controle metropolitano.
- E) Correto. Filipe dos Santos liderou a contestação popular contra os impostos e o controle sobre o ouro.
Questão 05
Gabarito: alternativa C). Correto. Filipe dos Santos foi executado, e a Coroa reforçou sua autoridade na região.
Comentários por alternativa:
- A) Não houve anistia geral; a resposta da Coroa foi repressiva.
- B) Não ocorreu independência política; Minas continuou sob domínio colonial.
- C) Correto. Filipe dos Santos foi executado, e a Coroa reforçou sua autoridade na região.
- D) As Casas de Fundição não foram abolidas nesse momento, e as tropas não foram retiradas.
- E) Não houve transferência dos centros mineradores como medida de pacificação.
Questão 06
Gabarito: alternativa B). Correto. A revolta contestava a fiscalização e os tributos, mas não buscava independência total.
Comentários por alternativa:
- A) O movimento não teve caráter abolicionista; a escravidão não foi seu eixo principal.
- B) Correto. A revolta contestava a fiscalização e os tributos, mas não buscava independência total.
- C) A independência política não era o objetivo central da revolta.
- D) A produção mineradora, não açucareira, estava no centro do conflito.
- E) A independência do Brasil ocorreu mais de um século depois, portanto não explica a revolta.
Questão 07
Gabarito: alternativa E). Correto. A cobrança do quinto e a presença de fiscais régios aumentavam a resistência local.
Comentários por alternativa:
- A) A revolta não se organizou em torno de importações inglesas nem desse tipo de pauta.
- B) Não houve parlamento colonial com esse poder em Vila Rica.
- C) As revoluções francesas são posteriores e não explicam o movimento de 1720.
- D) A elite mineradora também foi afetada pelo controle fiscal e não aderiu pacificamente a ele.
- E) Correto. A cobrança do quinto e a presença de fiscais régios aumentavam a resistência local.
Questão 08
Gabarito: alternativa A). Correto. O quinto era o tributo mais associado ao ouro e à arrecadação colonial.
Comentários por alternativa:
- A) Correto. O quinto era o tributo mais associado ao ouro e à arrecadação colonial.
- B) Essa cobrança não é a principal ligada à mineração colonial.
- C) O café não era a base econômica do período, e esse imposto não se relaciona ao conflito.
- D) A Igreja recebia recursos próprios, mas isso não define a tributação do ouro.
- E) Não existia essa taxa nesse formato; a escravidão também não foi tratada assim na revolta.
Questão 09
Gabarito: alternativa D). Correto. A revolta uniu queixas fiscais e contestação à autoridade portuguesa.
Comentários por alternativa:
- A) O problema não era apenas a sede administrativa, mas sobretudo a tributação e o controle do ouro.
- B) A mineração era central para a economia local, não foi rejeitada por princípio.
- C) O envio de ouro não era o objetivo dos revoltosos; eles resistiam ao aumento do controle colonial.
- D) Correto. A revolta uniu queixas fiscais e contestação à autoridade portuguesa.
- E) Houve envolvimento mais amplo de moradores e mineradores, não só de elites religiosas.
Questão 10
Gabarito: alternativa C). Correto. A repressão evidencia a defesa da ordem e da receita colonial pela metrópole.
Comentários por alternativa:
- A) Não se tratava de um sistema democrático, mas de domínio colonial com repressão.
- B) A autonomia total não era a política portuguesa para a região.
- C) Correto. A repressão evidencia a defesa da ordem e da receita colonial pela metrópole.
- D) A resposta foi repressiva, e não de independência administrativa.
- E) Minas não tinha soberania formal; permanecia subordinada ao Império Português.


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