A Revolução do Porto, iniciada em 1820, foi um movimento político decisivo para a crise do império luso-brasileiro. Suas demandas por uma Constituição e pela reorganização do poder atingiram diretamente a monarquia portuguesa e as relações com o Brasil.
Nesta sequência de questões, você vai analisar as pressões liberais em Portugal, as decisões das Cortes e os efeitos sobre o processo de autonomia do Brasil. O foco está nas consequências políticas e nas disputas de poder provocadas por esse movimento.
Questões sobre a Revolução do Porto – 8º ano – parte 2
Questão 01
Gabarito: alternativa B). Correta. A convocação das Cortes e a elaboração de uma Constituição estavam no centro das demandas liberais.
Questão 02
Gabarito: alternativa D). Correta. As Cortes passaram a exigir a reorganização do Império em favor de Lisboa, reduzindo o protagonismo político do Brasil.
Comentários por alternativa:
- A) A questão central não era ampliar autonomia colonial, mas restringi-la.
- B) A independência não foi decisão das Cortes; surgiu em conflito com elas.
- C) Essa proposta não se consolidou na Revolução do Porto nem nas Cortes.
- D) Correta. As Cortes passaram a exigir a reorganização do Império em favor de Lisboa, reduzindo o protagonismo político do Brasil.
- E) Ao contrário, o período foi marcado por disputas e agravamento das tensões.
Questão 03
Gabarito: alternativa A). Correta. Militares, comerciantes e liberais convergiram em torno de reformas e de uma nova ordem política.
Comentários por alternativa:
- A) Correta. Militares, comerciantes e liberais convergiram em torno de reformas e de uma nova ordem política.
- B) Esses setores não aparecem como base principal do movimento em 1820.
- C) A Revolução do Porto não foi um projeto de restauração espanhola.
- D) Essas formas de organização são posteriores ao contexto de 1820 em Portugal.
- E) A volta da corte ao Brasil não era a bandeira do movimento.
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Questão 04
Gabarito: alternativa E). Correta. As Cortes queriam centralizar o poder em Lisboa e limitar a autonomia política no Brasil.
Comentários por alternativa:
- A) A intenção era o oposto: diminuir sua margem de ação política.
- B) A proposta das Cortes não reconhecia independência plena entre reinos iguais.
- C) A independência brasileira não foi defendida pelas Cortes.
- D) D. João VI havia retornado a Portugal; não houve pedido de retorno ao Brasil.
- E) Correta. As Cortes queriam centralizar o poder em Lisboa e limitar a autonomia política no Brasil.
Questão 05
Gabarito: alternativa C). Correta. O rei voltou para negociar com o novo cenário político aberto pela Revolução do Porto.
Comentários por alternativa:
- A) O retorno não consolidou a independência, que ainda estava em disputa.
- B) Não houve invasão brasileira; a crise era política e interna a Portugal.
- C) Correta. O rei voltou para negociar com o novo cenário político aberto pela Revolução do Porto.
- D) A monarquia não foi dissolvida pelo movimento; ela foi pressionada a se constitucionalizar.
- E) A decisão não partiu de anexação britânica, mas das tensões entre Lisboa e o reino.
Questão 06
Gabarito: alternativa B). Correta. A recentralização colocava em risco poder, cargos e autonomia das elites instaladas no Brasil.
Comentários por alternativa:
- A) A política não foi igualitária; houve tentativa de rebaixar o espaço político do Brasil.
- B) Correta. A recentralização colocava em risco poder, cargos e autonomia das elites instaladas no Brasil.
- C) Não houve acordo de independência gradual nesse momento.
- D) O comércio e a política continuaram ligados, com fortes disputas.
- E) O conflito foi intensificado, não dissolvido.
Questão 07
Gabarito: alternativa E). Correta. O liberalismo defendia limites ao rei e maior peso das instituições políticas representativas.
Comentários por alternativa:
- A) Essa alternativa descreve absolutismo, não liberalismo.
- B) O constitucionalismo valorizava leis escritas, não sua rejeição.
- C) A preservação do sistema colonial contrariava as reformas liberais do período.
- D) O movimento não tinha como objetivo um governo militar.
- E) Correta. O liberalismo defendia limites ao rei e maior peso das instituições políticas representativas.
Questão 08
Gabarito: alternativa A). Correta. O objetivo era recentralizar a soberania em Lisboa, reduzindo o peso político do Brasil.
Comentários por alternativa:
- A) Correta. O objetivo era recentralizar a soberania em Lisboa, reduzindo o peso político do Brasil.
- B) Não houve reconhecimento amplo da autonomia brasileira pelas Cortes.
- C) O Rio de Janeiro perdeu espaço político nesse contexto.
- D) A separação não foi proposta como acordo pelas Cortes.
- E) As câmaras municipais não receberam o poder legislativo central.
Questão 09
Gabarito: alternativa D). Correta. A insistência das Cortes em reduzir o Brasil impulsionou o rompimento político.
Comentários por alternativa:
- A) O período foi de tensões, não de estabilidade plena.
- B) A relação entre D. Pedro e as Cortes foi marcada por conflito.
- C) As províncias não aceitaram de forma homogênea essas ordens.
- D) Correta. A insistência das Cortes em reduzir o Brasil impulsionou o rompimento político.
- E) Os interesses atlânticos continuaram existindo durante a crise.
Questão 10
Gabarito: alternativa C). Correta. O movimento se ligava à crítica ao absolutismo e à defesa de uma ordem constitucional.
Comentários por alternativa:
- A) Privilégios feudais não são a marca central do liberalismo do Porto.
- B) A restauração colonial não expressa o fim do Antigo Regime; seria uma continuidade conservadora.
- C) Correta. O movimento se ligava à crítica ao absolutismo e à defesa de uma ordem constitucional.
- D) A criação de representação política era justamente uma pauta importante.
- E) A proposta era limitar o poder real por leis, não rejeitá-las.


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