A Guerra dos Mascates foi um conflito colonial marcado pela disputa política e econômica entre grupos de Pernambuco no início do século XVIII. Em provas de História, esse tema costuma aparecer ligado à crise da cana-de-açúcar, ao poder local e às tensões entre oligarquias.
Nesta coletânea, você encontrará questões contextualizadas, com linguagem adequada ao Ensino Médio e alternativas analisadas de forma objetiva. O objetivo é revisar causas, envolvidos, desdobramentos e significado histórico desse episódio da América portuguesa.
Questões sobre Guerra dos Mascates em provas de História – parte 2
Questão 01
Gabarito: alternativa B). Correto. Os mascates eram comerciantes do Recife, frequentemente ligados ao crédito e ao comércio.
Questão 02
Gabarito: alternativa D). Correto. O conflito expressa a rivalidade entre senhores de engenho e comerciantes do Recife.
Comentários por alternativa:
- A) A resistência indígena não foi o centro desse episódio.
- B) A luta de escravizados não explica a disputa entre as elites coloniais.
- C) Essa alternativa desloca o tema para uma guerra internacional sem relação direta.
- D) Correto. O conflito expressa a rivalidade entre senhores de engenho e comerciantes do Recife.
- E) Mineração e zona da mata não correspondem ao contexto principal da Guerra dos Mascates.
Questão 03
Gabarito: alternativa A). Correto. A vila fortaleceu politicamente o Recife e acentuou a disputa com Olinda.
Comentários por alternativa:
- A) Correto. A vila fortaleceu politicamente o Recife e acentuou a disputa com Olinda.
- B) A vila não criava independência política da colônia.
- C) Não houve perda total do comércio nem deslocamento definitivo para a Bahia.
- D) A capital colonial permaneceu em Salvador; isso não ocorreu aqui.
- E) A mudança de status não acabou com os engenhos nem instaurou mineração.
Questão 04
Gabarito: alternativa E). Correto. Foi uma disputa entre grupos dominantes coloniais, não uma revolução popular.
Comentários por alternativa:
- A) Não se trata de independência nem de revoluções do fim do século XVIII.
- B) A disputa não foi marcada por conflito religioso desse tipo.
- C) A Coroa não promoveu uma campanha para extinguir o açúcar.
- D) Não houve revolta escrava como eixo principal do conflito.
- E) Correto. Foi uma disputa entre grupos dominantes coloniais, não uma revolução popular.
Questão 05
Gabarito: alternativa C). Correto. O porto era central para o comércio, o crédito e a circulação de mercadorias.
Comentários por alternativa:
- A) A sede do governo-geral não ficava no Recife.
- B) O Recife não era centro minerador nesse contexto.
- C) Correto. O porto era central para o comércio, o crédito e a circulação de mercadorias.
- D) Os comerciantes não controlavam diretamente os engenhos rurais.
- E) A questão não se explica por maioria indígena na vila.
Questão 06
Gabarito: alternativa B). Correto. Era um termo pejorativo usado contra comerciantes, especialmente os do Recife.
Comentários por alternativa:
- A) O termo não era elogioso; era usado como ofensa.
- B) Correto. Era um termo pejorativo usado contra comerciantes, especialmente os do Recife.
- C) Não se referia a funcionários militares da Coroa.
- D) A palavra não designava líderes religiosos.
- E) Os mascates não eram os proprietários rurais de Olinda.
Questão 07
Gabarito: alternativa E). Correto. A Coroa buscou preservar a ordem e a hierarquia colonial.
Comentários por alternativa:
- A) A Coroa não buscava ampliar autonomia local nesse caso.
- B) Não houve deslocamento imediato da economia açucareira para o Sudeste.
- C) A Coroa não apoiou independência de uma vila.
- D) Não ocorreu substituição geral dos senhores de engenho pelos comerciantes.
- E) Correto. A Coroa buscou preservar a ordem e a hierarquia colonial.
Questão 08
Gabarito: alternativa A). Correto. A guerra expõe conflitos entre grupos da elite com interesses diferentes.
Comentários por alternativa:
- A) Correto. A guerra expõe conflitos entre grupos da elite com interesses diferentes.
- B) O episódio mostra ruptura, não estabilidade entre os grupos.
- C) A submissão completa não descreve a relação entre esses setores.
- D) Pernambuco estava integrado aos interesses da metrópole.
- E) A sociedade colonial era marcada por disputas, não por homogeneidade.
Questão 09
Gabarito: alternativa D). Correto. A mudança fortaleceu a representação política dos comerciantes do Recife.
Comentários por alternativa:
- A) Lavradores do agreste não dirigiam o comércio externo da capitania.
- B) Os escravizados não assumiram o poder nas câmaras.
- C) Os jesuítas não controlavam o porto nem os engenhos nesse conflito.
- D) Correto. A mudança fortaleceu a representação política dos comerciantes do Recife.
- E) Indígenas aldeados não passaram a comandar crédito e exportação.
Questão 10
Gabarito: alternativa C). Correto. O crédito e o comércio eram vitais para os engenhos na crise açucareira.
Comentários por alternativa:
- A) A referência é ao período colonial, não ao Brasil independente e industrializado.
- B) Não houve substituição da cana por mineração em Pernambuco.
- C) Correto. O crédito e o comércio eram vitais para os engenhos na crise açucareira.
- D) A Coroa não proibiu o cultivo da cana no Nordeste.
- E) Os portos continuaram centrais para a circulação mercantil.


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