A teoria do direito divino foi uma das bases ideológicas mais importantes para justificar o poder dos monarcas na Europa moderna. Ela afirmava que a autoridade do rei vinha de Deus, e não da vontade dos súditos, fortalecendo o absolutismo.
Nesta atividade, você vai analisar como essa ideia apareceu em diferentes contextos históricos, especialmente na formação dos Estados modernos, nas relações entre religião e política e nas críticas feitas por pensadores e movimentos posteriores.
Questões sobre teoria do direito divino em História – parte 2
Questão 01
Gabarito: alternativa B). Correta. A teoria ligava o poder do rei à vontade divina e reforçava a obediência.
Questão 02
Gabarito: alternativa D). Correta. A doutrina unia religião e política para reforçar a autoridade do soberano.
Comentários por alternativa:
- A) A teoria fazia o oposto: legitimava o poder real, não o limitava.
- B) Autonomia urbana não é o núcleo da teoria do direito divino.
- C) A doutrina afirmava origem superior do poder, não dependência permanente do parlamento.
- D) Correta. A doutrina unia religião e política para reforçar a autoridade do soberano.
- E) Ela não defendia laicidade nem igualdade política como base do regime.
Questão 03
Gabarito: alternativa A). Correta. A formulação reforça a legitimidade sagrada do soberano.
Comentários por alternativa:
- A) Correta. A formulação reforça a legitimidade sagrada do soberano.
- B) O direito divino não se baseia em pacto popular revogável.
- C) A frase faz justamente o contrário: usa a religião para legitimar o Estado.
- D) Votação universal é uma ideia posterior e incompatível com o contexto.
- E) A teoria fortalecia a monarquia, não a submissão da Igreja aos grupos populares.
Questão 04
Gabarito: alternativa E). Correta. A sucessão hereditária era vista como expressão da vontade divina.
Comentários por alternativa:
- A) A escolha do rei não dependia dessa lógica de apoio comercial ou eleição entre nobres.
- B) Sorteio não era princípio do absolutismo nem da sucessão dinástica.
- C) Alternância de famílias não era o fundamento dessa doutrina.
- D) A teoria preservava a dinastia, não a transferia a assembleias urbanas.
- E) Correta. A sucessão hereditária era vista como expressão da vontade divina.
Questão 05
Gabarito: alternativa C). Correta. O contratualismo e a limitação do poder foram críticas centrais ao direito divino.
Comentários por alternativa:
- A) As críticas vieram de quem questionava, não reforçava, a sacralização do poder.
- B) O contexto citado é anterior às revoluções industriais e não explica a polêmica.
- C) Correta. O contratualismo e a limitação do poder foram críticas centrais ao direito divino.
- D) Essa formulação reforça o absolutismo, não sua contestação.
- E) As críticas buscavam limitar e organizar o poder, não extinguir toda política.
Questão 06
Gabarito: alternativa B). Correta. A iconografia monárquica reforçava hereditariedade e sacralidade.
Comentários por alternativa:
- A) A teoria não tratava o rei como eleito por mercadores.
- B) Correta. A iconografia monárquica reforçava hereditariedade e sacralidade.
- C) A simbologia régia apontava para centralização, não subordinação aos municípios.
- D) A teoria mantinha forte ligação com a religião, não neutralidade religiosa.
- E) Esses símbolos procuravam legitimar a monarquia, não anunciar sua substituição.
Questão 07
Gabarito: alternativa E). Correta. A legitimidade sagrada coexistia com alianças e práticas políticas.
Comentários por alternativa:
- A) A teoria dava legitimidade, mas não dispensava apoio e articulação política.
- B) O absolutismo histórico envolvia negociações e limites práticos.
- C) A religião tinha papel central, não secundário.
- D) A teoria reforçava a superioridade do rei, não igualdade de soberania.
- E) Correta. A legitimidade sagrada coexistia com alianças e práticas políticas.
Questão 08
Gabarito: alternativa A). Correta. A teoria relacionava governo, religião e estabilidade.
Comentários por alternativa:
- A) Correta. A teoria relacionava governo, religião e estabilidade.
- B) Voto secreto anual é uma ideia incompatível com monarquias absolutistas.
- C) O comércio influenciou políticas, mas não é o fundamento da legitimação sagrada.
- D) Partidos modernos são posteriores e não explicam a doutrina.
- E) A teoria defendia hierarquia, não igualdade entre rei e súditos.
Questão 09
Gabarito: alternativa D). Correta. O Iluminismo e o constitucionalismo enfraqueceram a legitimidade sagrada.
Comentários por alternativa:
- A) A teoria não se tornou base da democracia liberal.
- B) Não houve abandono imediato da monarquia nem retorno a comunas medievais.
- C) Símbolos régios continuaram existindo; o problema foi a legitimidade política.
- D) Correta. O Iluminismo e o constitucionalismo enfraqueceram a legitimidade sagrada.
- E) A escrita é muito anterior e não explica esse declínio.
Questão 10
Gabarito: alternativa C). Correta. A legitimidade religiosa servia para contestar a dependência do Parlamento.
Comentários por alternativa:
- A) A teoria não defendia poder das cidades contra o rei.
- B) Ela atribuía sacralidade ao rei, não aos representantes.
- C) Correta. A legitimidade religiosa servia para contestar a dependência do Parlamento.
- D) A definição de impostos não era atribuída exclusivamente à Igreja.
- E) República presidencialista é um modelo muito posterior e distinto.


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