A Conjuração Mineira foi um movimento de contestação colonial que reuniu interesses diversos, especialmente entre grupos da elite mineira. Entre tensões fiscais, crise econômica e ideias iluministas, o episódio ganhou força em Vila Rica e outras áreas de Minas Gerais no fim do século XVIII.
Nesta segunda parte, as questões aprofundam aspectos como os objetivos políticos do movimento, a participação social, as estratégias de mobilização e o sentido histórico da repressão portuguesa. O foco é compreender como a Conjuração Mineira expressou limites e contradições da sociedade colonial.
Questões sobre a Conjuração Mineira – 8º ano – parte 2
Questão 01
Gabarito: alternativa B). Correta. A proposta de independência e de república é central na Conjuração Mineira.
Questão 02
Gabarito: alternativa D). Correta. A ruptura com Portugal e a formação de governo próprio sintetizam o horizonte político do grupo.
Comentários por alternativa:
- A) Incorreta. O movimento ia além de simples reformas locais.
- B) Incorreta. A proposta mais recorrente era republicana, não monárquica.
- C) Incorreta. A reivindicação era contra a pressão fiscal, não a favor dela.
- D) Correta. A ruptura com Portugal e a formação de governo próprio sintetizam o horizonte político do grupo.
- E) Incorreta. Os conjurados queriam alterar a relação colonial, não mantê-la.
Questão 03
Gabarito: alternativa A). Correta. O termo servia para associar os envolvidos à deslealdade e à traição.
Comentários por alternativa:
- A) Correta. O termo servia para associar os envolvidos à deslealdade e à traição.
- B) Incorreta. A Coroa não os descrevia como leais.
- C) Incorreta. O termo tinha carga negativa, não elogiosa.
- D) Incorreta. O objetivo era criminalizar, não legitimar, o movimento.
- E) Incorreta. O governo não o apresentava como reforma aceita.
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Questão 04
Gabarito: alternativa E). Correta. O segredo era fundamental para tentar articular apoio sem antecipar a repressão.
Comentários por alternativa:
- A) Incorreta. A carta indica cautela, não negociação aberta.
- B) Incorreta. A divulgação pública comprometeria a conspiração.
- C) Incorreta. O objetivo era preparar o movimento, não encerrá-lo.
- D) Incorreta. Não havia apoio imediato das tropas coloniais.
- E) Correta. O segredo era fundamental para tentar articular apoio sem antecipar a repressão.
Questão 05
Gabarito: alternativa C). Correta. A elite local temia perder riqueza e autonomia diante da cobrança metropolitana.
Comentários por alternativa:
- A) Incorreta. As ideias iluministas circulavam entre alguns participantes.
- B) Incorreta. O movimento expressa conflito com a metrópole, não submissão total.
- C) Correta. A elite local temia perder riqueza e autonomia diante da cobrança metropolitana.
- D) Incorreta. A escravidão não era proposta central desse movimento.
- E) Incorreta. O grupo criticava o controle político de Lisboa.
Questão 06
Gabarito: alternativa B). Correta. Havia diversidade de interesses, mas também convergência na crítica ao domínio colonial.
Comentários por alternativa:
- A) Incorreta. Havia diferenças entre lideranças e expectativas sociais.
- B) Correta. Havia diversidade de interesses, mas também convergência na crítica ao domínio colonial.
- C) Incorreta. A participação popular foi limitada e desigual.
- D) Incorreta. Ideias iluministas influenciaram parte dos envolvidos.
- E) Incorreta. O movimento nasceu da contestação fiscal.
Questão 07
Gabarito: alternativa E). Correta. O julgamento e a punição exemplar marcaram a resposta da Coroa ao movimento.
Comentários por alternativa:
- A) Incorreta. O poder permaneceu com a autoridade colonial.
- B) Incorreta. Não houve concessão de autonomia; houve repressão.
- C) Incorreta. A Coroa combateu a ideia republicana.
- D) Incorreta. Os tributos não foram extintos por causa do movimento.
- E) Correta. O julgamento e a punição exemplar marcaram a resposta da Coroa ao movimento.
Questão 08
Gabarito: alternativa A). Correta. A execução e a memória política posterior explicam a centralidade de sua figura.
Comentários por alternativa:
- A) Correta. A execução e a memória política posterior explicam a centralidade de sua figura.
- B) Incorreta. O movimento repercutiu muito na memória histórica.
- C) Incorreta. Não houve expulsão vitoriosa dos portugueses.
- D) Incorreta. Ele não defendia a continuidade do domínio luso.
- E) Incorreta. A revolta não foi um comando popular nacional.
Questão 09
Gabarito: alternativa D). Correta. A base social restrita ajuda a explicar a ausência de apoio popular amplo.
Comentários por alternativa:
- A) Incorreta. Ideias políticas circulavam, ainda que de modo restrito.
- B) Incorreta. Havia descontentamento com impostos e controle colonial.
- C) Incorreta. O segredo era mantido justamente para evitar repressão.
- D) Correta. A base social restrita ajuda a explicar a ausência de apoio popular amplo.
- E) Incorreta. Não houve concessão prévia de liberdade política.
Questão 10
Gabarito: alternativa C). Correta. O movimento expressa possibilidade de ruptura, mas também seus limites sociais e repressivos.
Comentários por alternativa:
- A) Incorreta. Havia fortes tensões fiscais, políticas e sociais.
- B) Incorreta. A independência ocorreu décadas depois, em outro contexto.
- C) Correta. O movimento expressa possibilidade de ruptura, mas também seus limites sociais e repressivos.
- D) Incorreta. O grupo contestava a ordem colonial, não a defendia.
- E) Incorreta. A crise abriu tensões e respostas políticas, não as eliminou.


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