Após a abdicação de D. Pedro I, em 1831, o Brasil entrou em uma fase de governo provisório conhecida como Regência, marcada pela tentativa de manter a unidade do Império e de responder às pressões políticas e sociais das províncias. Nesse contexto, surgiram disputas entre grupos que defendiam maior centralização do poder e outros que desejavam ampliar a autonomia provincial.
A Regência Trina foi a primeira forma de governo desse período e refletiu o esforço de conciliar interesses divergentes em meio a crises econômicas, revoltas regionais e debates sobre a organização do Estado. Estudar esse momento ajuda a compreender tanto a fragilidade política do Império quanto as bases das transformações que levaram ao Segundo Reinado.
Questões sobre Regência Trina
Questão 01
Gabarito: alternativa A). A Regência serviu para manter a monarquia até a maioridade do imperador.
Questão 02
Gabarito: alternativa A). A regência provisória foi uma solução temporária para conter a crise política.
Comentários por alternativa:
- A) A regência provisória foi uma solução temporária para conter a crise política.
- B) O voto era restrito e a regência não foi escolhida por sufrágio direto.
- C) Não houve dissolução do Legislativo nem convocação federativa naquele momento.
- D) A autoridade civil foi preservada; não se instalou um governo militar.
- E) D. Pedro II ainda era menor e sua coroação não foi imediata.
Questão 03
Gabarito: alternativa A). Esses foram nomes ligados à regência provisória e à moderação política.
Comentários por alternativa:
- A) Esses foram nomes ligados à regência provisória e à moderação política.
- B) Mistura figuras de períodos distintos e inclui D. Pedro I, já abdicado.
- C) Feijó foi regente depois; os demais nomes não formaram essa regência.
- D) Domitila e Cipriano Barata não integraram a regência provisória.
- E) Há anacronismos: nomes de outras épocas e funções não relacionadas à regência.
Questão 04
Gabarito: alternativa A). Os regressistas eram mais favoráveis à centralização política.
Comentários por alternativa:
- A) Os regressistas eram mais favoráveis à centralização política.
- B) Os liberais exaltados queriam mais autonomia provincial, não centralização.
- C) Havia críticas à monarquia, mas não um partido republicano com esse comando.
- D) A escravidão excluía esse grupo da participação política formal.
- E) Comerciantes influenciavam a economia, mas não legislavam sobre as províncias.
Questão 05
Gabarito: alternativa A). A unidade territorial era uma preocupação central das regências.
Comentários por alternativa:
- A) A unidade territorial era uma preocupação central das regências.
- B) Não houve aceitação pacífica da fragmentação do Império.
- C) As províncias não tinham autonomia plena; havia disputas com o centro.
- D) Nem a Constituição nem a economia eliminaram as desigualdades regionais.
- E) A capital permaneceu no Rio de Janeiro; isso não solucionou os conflitos.
Questão 06
Gabarito: alternativa A). O Ato Adicional descentralizou parte da administração imperial.
Comentários por alternativa:
- A) O Ato Adicional descentralizou parte da administração imperial.
- B) O Conselho de Estado foi enfraquecido, não reforçado nesse sentido.
- C) O voto continuou censitário e restrito, sem universalização.
- D) O Brasil permaneceu monárquico após o Ato Adicional.
- E) D. Pedro I não voltou ao poder; essa opção mistura fatos distintos.
Questão 07
Gabarito: alternativa A). A imprensa foi espaço de disputa e formação de opinião política.
Comentários por alternativa:
- A) A imprensa foi espaço de disputa e formação de opinião política.
- B) Os jornais influenciavam, mas não substituíam o Parlamento.
- C) A imprensa intensificou, e não encerrou, as disputas políticas.
- D) A organização eleitoral não era função dos jornais.
- E) A repressão militar não era coordenada por editoriais de generais.
Questão 08
Gabarito: alternativa A). A regência una buscou dar mais eficiência ao governo imperial.
Comentários por alternativa:
- A) A regência una buscou dar mais eficiência ao governo imperial.
- B) Não houve fim da monarquia nem soberania provincial plena.
- C) D. Pedro II ainda era menor em 1831 e só assumiu depois.
- D) A regência tríplice não durou até o fim do século XIX.
- E) Não houve intervenção francesa desse tipo na organização do governo.
Questão 09
Gabarito: alternativa A). A instabilidade regencial favoreceu revoltas e conflitos regionais.
Comentários por alternativa:
- A) A instabilidade regencial favoreceu revoltas e conflitos regionais.
- B) Houve instabilidade, não paz duradoura nas províncias.
- C) A escravidão continuou existindo durante a regência.
- D) D. Pedro II não coordenou separatismos para assumir o trono.
- E) O Brasil não era república na Regência Trina.
Questão 10
Gabarito: alternativa A). A Regência Trina resume a tensão entre unidade, monarquia e pressões descentralizadoras.
Comentários por alternativa:
- A) A Regência Trina resume a tensão entre unidade, monarquia e pressões descentralizadoras.
- B) Houve conflitos e debates intensos, não mera espera passiva.
- C) O Brasil permaneceu monárquico, sem federalismo republicano definitivo.
- D) D. Pedro I não retornou ao poder imperial.
- E) As províncias não se tornaram independentes do centro imperial.


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