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Questões sobre idealismo alemão no Enem

Teste seus conhecimentos com questões interativas: Questões sobre idealismo alemão no Enem.

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9 de junho de 2026
em Exercícios
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O idealismo alemão foi um dos movimentos filosóficos mais influentes da modernidade e surgiu no contexto das transformações intelectuais europeias do fim do século XVIII e início do XIX. Ele dialoga com o Iluminismo, a Revolução Francesa e a crítica à tradição metafísica, buscando explicar como o sujeito, a razão e a liberdade participam da construção do conhecimento e da realidade.

Em questões do Enem, esse tema costuma aparecer ligado a autores como Kant, Fichte, Schelling e Hegel, destacando conceitos como autonomia, fenômeno, consciência, dialética e espírito. As questões a seguir exploram esses conceitos em situações históricas e interpretativas, exigindo atenção às relações entre filosofia, sociedade e formação da modernidade.

Questões sobre idealismo alemão no Enem

Questão 01

Um estudante lê que, para um filósofo alemão, não conhecemos as coisas como são em si mesmas, mas como aparecem para nós, organizadas por formas e categorias da mente. Essa ideia expressa diretamente a filosofia de

Gabarito: alternativa A). Kant distingue fenômeno e coisa em si, afirmando limites do conhecimento humano.

Comentários por alternativa:

  • A) Kant distingue fenômeno e coisa em si, afirmando limites do conhecimento humano.
  • B) Hegel não formula a limitação kantiana entre fenômeno e númeno.
  • C) Schopenhauer valoriza a vontade, mas não explica assim a estrutura do conhecimento.
  • D) Nietzsche critica a metafísica, mas não desenvolve essa teoria do conhecimento.
  • E) Descartes enfatiza a dúvida e o sujeito pensante, mas não essa limitação epistemológica.

Questão 02

Em uma aula, a professora afirma que a razão humana não recebe passivamente os dados da experiência, pois o sujeito organiza o mundo segundo estruturas próprias. Essa ideia se aproxima da chamada revolução copernicana de

Gabarito: alternativa A). A revolução copernicana kantiana desloca o foco para as condições subjetivas do conhecer.

Comentários por alternativa:

  • A) A revolução copernicana kantiana desloca o foco para as condições subjetivas do conhecer.
  • B) Hegel valoriza a história, mas não formula essa revolução epistemológica nesses termos.
  • C) Fichte pensa o eu, mas não como produtor material dos objetos naturais.
  • D) Schelling integra sujeito e natureza, não separa a mente da experiência.
  • E) Hume destaca a experiência, não a independência das ideias em relação a ela.

Questão 03

Ao discutir liberdade, um texto filosófico afirma que a moral depende da capacidade de agir segundo uma lei que a própria razão reconhece como válida. Essa formulação é típica de

Gabarito: alternativa A). Kant associa liberdade moral à autonomia da razão e ao dever universal.

Comentários por alternativa:

  • A) Kant associa liberdade moral à autonomia da razão e ao dever universal.
  • B) Hegel não reduz a moralidade à escolha isolada do indivíduo.
  • C) Schelling relaciona natureza e espírito, não apenas impulso natural.
  • D) Fichte valoriza o eu e a ação, mas não nega a universalidade moral assim.
  • E) Schopenhauer é pessimista quanto à vontade, mas não define liberdade nesses termos.
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Questão 04

Em uma charge sobre a sociedade industrial, a sequência de imagens mostra conflitos entre patrões e operários, culminando em uma síntese histórica. A leitura mais próxima do idealismo alemão é a de que a história se move por

Gabarito: alternativa A). A dialética hegeliana interpreta o movimento histórico por contradições e superações.

Comentários por alternativa:

  • A) A dialética hegeliana interpreta o movimento histórico por contradições e superações.
  • B) Hegel atribui direção racional à história, não mero acaso.
  • C) O idealismo alemão não reduz a história à biologia.
  • D) A história hegeliana é dinâmica, não repetição imóvel.
  • E) Para Hegel, os fatos históricos se articulam em processo, não isoladamente.

Questão 05

Um pesquisador analisa o lema “o real é racional e o racional é real” para explicar por que certas instituições históricas podem ser compreendidas como expressão de um processo lógico. Essa formulação é mais associada a

Gabarito: alternativa A). A frase sintetiza a visão hegeliana da história como racionalidade em processo.

Comentários por alternativa:

  • A) A frase sintetiza a visão hegeliana da história como racionalidade em processo.
  • B) Kant não formula essa identificação entre realidade e racionalidade histórica.
  • C) Fichte não reduz a história a regras matemáticas.
  • D) Schelling valoriza a natureza, mas não formula esse princípio histórico.
  • E) Herder destaca cultura e história, não nega racionalidade nos processos.

Questão 06

Em um debate escolar, um aluno afirma que a natureza não é algo totalmente separado do espírito humano, pois ambas expressam uma mesma realidade em níveis diferentes. Essa posição se aproxima de

Gabarito: alternativa A). Schelling propõe uma filosofia da identidade entre natureza e espírito.

Comentários por alternativa:

  • A) Schelling propõe uma filosofia da identidade entre natureza e espírito.
  • B) Kant não trata a natureza como inacessível ao pensamento dessa forma.
  • C) Hume discute percepção e hábito, não essa unidade metafísica.
  • D) Fichte coloca o eu em destaque, mas não chama a natureza de ilusão.
  • E) Comte é positivista, não idealista alemão, e não trata assim a consciência.

Questão 07

Ao estudar Fichte, a turma observa a ideia de que o eu é ativo e se afirma ao produzir a experiência e enfrentar resistências. Essa concepção destaca principalmente a

Gabarito: alternativa A). Fichte enfatiza o eu como princípio ativo que estrutura a experiência.

Comentários por alternativa:

  • A) Fichte enfatiza o eu como princípio ativo que estrutura a experiência.
  • B) Fichte não pensa o sujeito como passivo diante do mundo.
  • C) O idealismo fichteano valoriza o sujeito, não a prioridade absoluta do objeto.
  • D) A liberdade é central em Fichte, não negada.
  • E) Isso se aproxima mais de empirismos, não do idealismo fichteano.

Questão 08

Em uma redação sobre cidadania, um aluno afirma que a formação da liberdade não depende só da vontade individual, mas também das instituições, da cultura e da vida comum. Essa visão se aproxima da ideia hegeliana de

Gabarito: alternativa A). Em Hegel, a liberdade ganha concretude nas instituições éticas da vida social.

Comentários por alternativa:

  • A) Em Hegel, a liberdade ganha concretude nas instituições éticas da vida social.
  • B) Solipsismo isola o sujeito, contrariando a dimensão social de Hegel.
  • C) Ceticismo não explica a formação ética das instituições.
  • D) Determinismo natural reduz a ética aos instintos, o que não é hegeliano.
  • E) Hegel não defende que toda norma seja apenas relativa.

Questão 09

Um professor compara Kant e Hegel para mostrar que ambos valorizam a razão, mas em sentidos diferentes. A principal diferença é que, em Kant, a razão

Gabarito: alternativa A). Kant limita o conhecimento; Hegel vê a razão em desenvolvimento histórico.

Comentários por alternativa:

  • A) Kant limita o conhecimento; Hegel vê a razão em desenvolvimento histórico.
  • B) Kant distingue fenômeno e coisa em si; Hegel não diz que tudo é inacessível.
  • C) Nem Kant nem Hegel reduzem a razão à linguagem ou à biologia.
  • D) Kant valoriza a experiência; Hegel não depende de misticismo.
  • E) Kant fundamenta a moral; Hegel não elimina a história institucional.

Questão 10

Ao relacionar filosofia e modernidade, um texto afirma que o sujeito não é um observador passivo, mas participa da construção do sentido do mundo e de si mesmo. Essa formulação é compatível com

Gabarito: alternativa A). O idealismo alemão põe a subjetividade ativa no centro da reflexão filosófica.

Comentários por alternativa:

  • A) O idealismo alemão põe a subjetividade ativa no centro da reflexão filosófica.
  • B) Materialismo mecanicista reduz o sujeito, não lhe dá centralidade.
  • C) Positivismo privilegia fatos, mas não desenvolve essa teoria do sujeito.
  • D) Realismo ingênuo não explica a mediação da consciência.
  • E) Dogmatismo religioso não corresponde ao projeto crítico do idealismo alemão.
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